Os objetos ao mesmo tempo em que resolvem obstáculos, tornam-se novos obstáculos ao serem inseridos em nossos caminhos durante o tempo. Tais objetos surgem para superar outros, mas se acumulam, virando um ciclo de sobreposições de obstáculos, mesmo que não instantaneamente, sempre serão vistos como obstáculos por alguém em épocas e de formas diferentes ,uma vez que sua função , interpretação ou uso varia de acordo com o indivíduo, sua historia e bagagem. Dilema: Como conceber objetos que minimizem sua própria obstrução futura para os outros?
Quem projeta os objetos tem responsabilidade pelo seu impacto ? Projetar implica responsabilidade ética, responder pelos efeitos nos usuários futuros. Designers irresponsáveis focam apenas no objeto isolado, reduzindo a liberdade cultural e tendendo ao desperdício e ao impedimento de múltiplas explorações.
Tomar consciência da efemeridade dos objetos pode levar a criar com mais responsabilidade formando uma “cultura de liberdade”, na qual os objetos ajudem a comunicação e a progressão humana em vez de gerar novos entraves.
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