Espaços não são apenas delimitados fisicamente, são expressões das relações coletivas e individuais no campo social. Espaços públicos são de responsabilidade coletiva e normalmente promovem uma sensação de pertencimento e liberdade de ocupação. Já os privados, de grupos restritos, Tais delimitações geram uma responsabilidade de cuidado dependente da sensação de pertencimento ao ambiente. Há uma zona de transição ,essencial para convívio, exemplificada por ruas e galerias que juntam uso público e privado
Detalhes arquitetônicos como bancos, patamares, janelas devem encorajar encontros espontâneos e sensação de acolhimento, sendo estruturas que tornam o ambiente convidativo. Além de ser essencial a multifuncionalidade e a garantida de diversos usos e interpretações dos ambientes , que acolhem e permitem que as diferenças reflitam e complementem o espaço, participando dele.
É explorada uma mentalidade arquitetônica que valoriza espaços flexíveis, participativos e humanos. Enfatizando a interação social, o estímulo à apropriação criativa e o equilíbrio entre função, participação e convivência nos ambientes
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